"Há dois, o coimbrão, fanfarrão, trauliteiro, de extrema-direita mas corajoso e com ideais. E há o Júdice dos negócios, que onde põe as mãos nasce dinheiro (hotéis, restaurantes, urbanizações, contratos com o Estado, etc.). Preferia o velho Júdice coimbrão, embora tenha relações cordiais e até afáveis com este novo Júdice. Ele defende alguns valores fundamentais da advocacia, pelos quais eu também luto, mas não me identifico com os interesses nem com a postura da aristocracia decadente a que ele pertence, com orgulho segundo parece."
Marcelo Rebelo de Sousa(Foi o motivo do único longo silêncio da entrevista, pontuado por risos, antes de responder): "Admiro-o não tanto pelas qualidades de professor, político e jornalista, mas pela autenticidade dos seus defeitos. Não os esconde. É um manipulador nato de factos."
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